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ARAPUTANGA – Sem galeria para águas pluviais, chuva deve “recuperar” valeta de outrora, no Jardim do Brás

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O período chuvoso se aproxima e grande parte da população que mora fora do Centro de Araputanga, certamente deve passar muito desgosto com os buracos que vão surgir nas vias sem asfalto e, com o aprofundamento das “panelas” existentes nas Ruas onde a manutenção não chegou.

A imagem que você vê nesta matéria é da Rua das Palmeiras, no Jardim do Brás. Levantamento feito em reportagens da Folha, demonstra que desde 2011 já havia indicação para que os gestores da época realizassem o serviço, porém, a ‘voçoroca’ do endereço citado já passou até por plantio de bananeira em outros anos.

No mês de fevereiro, o vereador Ilídio da Silva Neto participou da Seção Um Olhar Sobre a Cidade, registrando em fotos, o tamanho da cratera do Jardim do Brás. Depois disso, a gestão tapou o buraco com terra, porém, pela imagem que se vê nesta publicação, as próximas chuvas providenciará a retirada do material para, quem sabe, assorear o Córrego da Garrucha.

Com onze meses à frente da Gestão, o prefeito Joel Marins e sua equipe já recuperou boa parte das vias centrais, pintou meio-fio, etc, porém, ainda há muito que fazer, sobre a malha asfáltica urbana, pelos próximos anos

HERANÇA MALDITA

Com chuvas intensas, a gestão se viu obrigada a tapar buracos com sacos de areia, em março deste ano, para permitir  a trafegabilidade de algumas Ruas, como próximo ao 2º Comando da PM e nas imediações do antigo cemitério.

Apesar do período seco, ainda existem buracos no asfalto que irritam o condutor e, pode até derrubas motociclistas.

SÃO DEZENAS DE RUAS

Antes que a chuva caia para valer, espera-se que a gestão promovam a recuperação dos buracos à Avenida 23 de Maio, esquina com Rua Valdivino Fidencio, Rua Joaquim Nabuco ao lado da Escola Padre Anchieta, Rua Venceslau Braz, ao lado da antiga Imapal e, entre outras, Rua Rui Barbosa, entre a esquida da Sebastião Fernandes de Oliveira e Rua Antenor Mamedes, próximo ao Lago Azul. São endereços onde os buracos “governam livremente”, sem serem incomodados pela Administração.